O que podia ser sinonimo de férias. Não pedia metade... uma pequena parte que fizesse realmente sentir que é Verão, e que Verão é férias, e que férias é relaxar, conhecer, viajar, sonhar, amar, ... ... ...
quinta-feira, 31 de julho de 2014
as férias perfeitas.
O que podia ser sinonimo de férias. Não pedia metade... uma pequena parte que fizesse realmente sentir que é Verão, e que Verão é férias, e que férias é relaxar, conhecer, viajar, sonhar, amar, ... ... ...
quinta-feira, 10 de julho de 2014
um coração.
um chão estilhaçado.
ferida, arranhada, espezinhada,
amedrontada.
ouço as vozes da razão,
essas que fazem sentido e ignoro.
uma esperança na tela escura e obscura,
uma força, uma convicção.
agarrada ao inexplicável.
a força do sentimento atropela o mundo,
o mundo que podia ser pintado a tons pastel,
alegres e tranquilizantes.
engolfados no cenário triste e melancólico.
as gargalhadas desconexas,
o toque de pele,
o silêncio envolto de olhares e sorrisos.
que alcancem a vitória.
e me deixem sair a correr para o mundo a dizer que "..." .
quarta-feira, 2 de julho de 2014
segunda-feira, 30 de junho de 2014
e depois...depois é tarde de mais.
Numa altura em que muito se fala da triste morte do filho de Judite de Sousa...
Numa altura em que uma pessoa se sente vazia por dentro...
Numa altura em que observamos perdas à nossa volta...
As mensagens, o reconhecimento dos outros, a saudade... faz-me crer que não damos o devido valor às coisas enquanto cá andamos. Simplesmente passamos e vemos deixar passar. Somos submersos pelo vale dos lençóis, quente e aniquilante. Permanecemos constantemente na insatisfação, queremos sempre procurar melhor, questionamos o que nos agrada, não usufruímos de metade das coisas que nos podiam dar prazer, não reconhecemos o valor das coisas nem das pessoas.
E depois... depois é tarde de mais.
sábado, 21 de junho de 2014
e se.
e se...
e se tivesse coragem.
movida pela força, pela garra, destreza, sei lá mais.
e a maior das fraquezas é tudo isso esmorecer. ceder aos caprichos do coração.
a maior das fracas.
suspensa num cabide de marionete.
não quero ter coragem. não quero considerar que devia ter coragem.
às vezes parece o mais certo.
todas as horas parece errado. completamente impossível.
fico fraca. muito fraca. demasiado fraca. tudo parece derrotar.
só preciso da mão que acalma.
só preciso do silêncio que protege.
só preciso de derramar as lágrimas que a força vai acumulando.
a incerteza do tempo mata. corrói.
as minhas convictas certezas matam-me. corróem-me.
as incertezas (...)
preciso de me dissipar no espaço. no tempo.
preciso de correr num prado descalça.
preciso de me sentir livre do que sufoca.
quero ir de mão dada.
quero sentir a areia molhada.
dois corpos nus sob a areia molhada.
até anoitecer.
até amanhecer.
segunda-feira, 2 de junho de 2014
PEDIDO DE COLABORAÇÃO PARA A MINHA TESE
O tema do projeto é "O impacto da doença oncológica da criança na família".
É uma temática bastante delicada para estar a expor um pedido destes na internet, no entanto face ao desespero pela longa espera da resposta aos pedidos de várias instituições, venho solicitar a todos os que conheçam casos, ou saibam quem possa conhecer, de doença oncológica na idade infantil (3 a 16 anos), me informem de como posso entrar em contacto com a família em causa.
Para entrarem em contacto comigo enviem mensagem privada pelo Facebook, ou deixem um comentário.
sábado, 31 de maio de 2014
QOTSA no RIR.
E foi de rir mesmo. sem piada. bem ali à frente, rodeada de pequenas ascensões ao mundo adulto, outros ainda nem isso, com uma cara de tédio e uma camisola onde se podia ler L.P.. Certo é que ninguém tem de gostar do que eu gosto, mas tremenda ignorância junta, braços cruzados e bocejar num festival, fez-me sentir mal. Tão mal que estou a transformar aquilo que seria um post ao concerto dos Queens Of The Stone Age, ao ambiente que vivi ontem no Rock in Rio.
Não gostei assim que foram anunciados no festival que era, mas não estava à espera que fosse tão qualquer coisa sem nome. Não, não gosto do RIR e do conceito de festival dr rock quando aquilo é mais parecido com um parque de diversões (com filas de mais de uma hora).
O concerto. Mesmo rodeada de burros a olhar para um palácio e a mandarem o Josh embora, aproveitei o que tinha a aproveitar. Gostei e voltava a ir. o Homme com a sua pose imponente manteu a sua postura e não desiludiu. Bom alinhamento, diferente do concerto que vi o ano passado o SBSR, mas faltaram pelo menos duas músicas.
As falhas. A merda de som e eu não ter soltado a vontade de abanar quem estava à minha volta.
Quanto ao resto do palco mundo, aquela banda brasileira a puxar o forçado, Linkin Park proporcionaram-me música de fundo para a minha viagem no slide sobre o público, e Aoki é aquela coisa engraçada que dá para uma pessoa soltar o parafuso a menos nuns instantes.
E tudo isto se resume a eu ter ficado com sede de um private show dos Queens.
quinta-feira, 29 de maio de 2014
o corpo. a pele. o sol. e a EsthedermParis.
Sensação estranha de que andamos a ser enganados.
Como é possível estarmos a entrar em Junho e eu estar neste preciso momento calçada com botins de inverno? Não era suposto começar a ir aos fins de semana até à praia? Ou passar o fim de tarde numa esplanada a aproveitar os últimos raios de sol?
Quero acreditar que está para muito breve, e a propósito de sol e praia o Blog 4D convidou-me a participar na formação sobre pele - produtos solares - pela marca ESTHEDERM PARIS na clínica DermoFashion em Coimbra.
Não conhecia a clínica DermoFashion. Apesar de se situar num sítio um pouco discreto, na Avenida Calouste Gulbenkian - Celas, a clínica é um espaço bastante convidativo, sofisticado e relaxante. Dispõe de tratamentos de estética e SPA, e tem umas meninas de extrema simpatia a quem agradeço a simpática receção.
Tipo II: cabelo louro, pele clara e sensível, bronzeado difícil, MAS, graças ao coelhinho que sou e à quantidade de cenouras que como (vitamina A), consigo uma estimulação da melanina ao natural.
A São da Esthederm Paris foi uma excelente formadora e fez-me por a mão na consciência em alguns hábitos errados que fazemos no nosso dia a dia, principalmente no que compete à exposição do corpo ao sol. Uma curiosidade é que o corpo precisa de sol sem qualquer tipo de proteção, para poder absorver os raios essenciais à formação de vitamina D. Aquele sol da manhã até às 11 horas, ou depois das 19 nada de proteção.
O que difere a marca das outras? Graças à patente exclusiva o seu principal objetivo é aumentar as defesas naturais do nosso corpo, ao invés de se preocupar unicamente com o fator SPF, e deixa-lo bronzear naturalmente. Os produtos Esthederm Paris são desenvolvidos com uma parceria exclusiva
com profissionais de beleza e bem-estar. Estão à venda em farmácias,
perfumarias e clínicas de beleza. Os produtos tem uma embalagem com um design sofisticado e são compostos pelos protetores/bronzeadores de acordo com o tipo de pele, prolongamento de bronzeado (podendo durar até dois a três meses), e um preparado para o corpo à exposição solar. Na página podem sondar toda a gama de produtos e os preços.
A nossa tendência é ficarmo-nos pelas marcas brancas, ou ditas de super mercado, mas por vezes esquecemo-nos que enquanto compramos dois produtos de 15€ que dão para usar X vezes, podemos comprar um ainda mais eficaz mas pelo dobro do preço, o que custa mais a pagar no momento, mas dura o dobro das vezes que o primeiro.
Um muito obrigada à Sofia pelo convite. Gostei imenso do bocadinho.
quarta-feira, 28 de maio de 2014
happy pill.
E num dia descubro a gratificação da profissão. Lembro-me de ouvir algures que a paixão pela profissão intensificava-se com os ganhos. É certo que é um assalto à integridade intelectual, à saúde mental, mas depois fazem-se certos "plins" que nos elevam o ego, acima de todo enchem o coração.
Sinto-me uma happy pill. Pelas palavras e pelos gestos. Fazerem-nos sentir importantes, em qualquer domínio ou circunstância da vida, é das melhores coisas do mundo.
terça-feira, 27 de maio de 2014
o porque da ausência.
Dos dias de chuva, das estradas molhadas, das infernais viagens de autocarro, dos sacos às costas... tanto em milésimos de segundos. Reparo que ultimamente sou mais atenta às pequenas coisas, questiono-me sobre outras e impressiono-me com coisas que por vezes passam-nos ao lado. Tudo isto numa correria, uma instabilidade na estabilidade. Dividiria-me antes em pequenos fragmentos, fragmentos instáveis dentro da minha estabilidade mental e sentimental. É engraçado. De facto é engraçado que a escrita é um dos meus objetos transitivos. Já tinha constatado. Neste momento desejo nunca escrever um livro.
segunda-feira, 19 de maio de 2014
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