terça-feira, 18 de novembro de 2014

o que houver.


Às vezes há coincidências que nos enchem o coração. Obrigada Almedina por passado um par de tempo me recordares da música dos Madredeus, no dia de hoje, na tarde de hoje. É uma mera coincidência que de alguma forma, apesar de tudo, apesar da sua melancolia, soou de forma especial. 


*believe in you*
  

sábado, 15 de novembro de 2014

parfum GUERLAIN.


La Petite Robe Noire, eau de toilette! Foi preciso ir pela terceira vez á loja para me certificar que era pelo Petite Robe Noire da GUERLAIN que estava apaixonada.









 

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

uma história. capítulo I


A primavera chegou antecipadamente àquele que seria o inverno mais gelado de sempre. 

Tempestades avassaladoras e mortíferas transformaram os corpos em não mais que isso, dois corpos pesados que dificilmente se moviam, completamente dormentes. O coração sangrava, as lágrimas que lhes corria no rosto eram esse sangue venoso, de incompreensão, de dor, de raiva, de injustiça, de muitos medos.    

Limpar-lhe as lágrimas era secar as suas lágrimas. Ainda sente o corpo quente de o embalar nos seus braços. Um ambiente triste e ao mesmo tempo aconchegante. Era uma força, um sinal de existência e que afinal ela não tinha morrido para o mundo.  




Não desejei mais do que o carinho. Não desejei mais do que o riso que espontaneamente provocavas. Não desejei mais do que aprender com a tua sabedoria. 

O sono voltou a desaparecer progressivamente por entre a noite. Já não eram consequências do inverno. Eram flores, eram borboletas, eram pássaros. Eu gosto da primavera, mas ela não tinha o direito de me roubar o sono daquela maneira. Com a primavera surgiram as alergias. AH maldito pólen. Não és ferida mas roubas a estabilidade. 

Fiz-lhe frente, em vão. 
Dois corpos juntos quentes e entrelaçados. Mais do que carinho, mais do que riso, mais do que sabedoria. Era tudo mais, inexplicavelmente. É tudo mais, inexplicavelmente.

   


segunda-feira, 20 de outubro de 2014

RUIKA. o que é nacional é bom.


   A indústria de calçado começa a ser um dos pontos fortes do nosso país. Ruika e Bluf são alguns dos nomes que apostam na qualidade e diferença. Giros que se fartam.













sexta-feira, 17 de outubro de 2014

SAHOCO.o que é nacional é bom


   Agrada-me descobrir que a maioria das peças de eleição para a nova estação são nacionais. Calçado e roupa, giros, diferentes, com muita qualidade e preços acessíveis, quando comparamos com outras grandes marcas internacionais. Quase que consigo igualar a SAHOCO como a Guess portuguesa. 










 

terça-feira, 7 de outubro de 2014

que comece.


Ele chegou. Ele anda aí. Ele é o mau tempo! A chuva que não é chuva! O frio que não é frio! Frio na rua, abafado no carro, calor dentro de quatro paredes. É daquelas alturas que o ideal seria calçar uns ténis, umas calças de ganga e uma sweatshirt, isto porque uma pessoa nem vontade de se arranjar tem. Se veste uma peça mais quente passado 5 minutos sente-se a colar. Odeio.

E como está aberto oficialmente o Outono, começa a dar-se uma vista de olhos na coleção fall/winter. Às vezes penso que estava na altura de deixar de lado os ténis e adotar um estilo mais clássico. Eu que até gosto e confesso que me assenta na perfeição, mas acabo sempre por fugir para a minha zona de conforto. Tal como não consigo fugir à cor preta. É muito raro andar de jeans de ganga azul no inverno ou uma calça castanha.

O que vai chamando a atenção...








sexta-feira, 3 de outubro de 2014

just one more page.


Sem paciência. Sem tempo e com tempo a mais. Sem vontade. Muitos "sem". 

Isto nunca foi um Blog transformado num diário ou revista cor de rosa que aquando um  pum tenha de vir aqui partilhar que soltei uma flatulência. A intenção nunca foi ser uma Blogger no verdadeiro sentido da palavra... mas... algumas pessoas tem vindo ter comigo e dizem-me que gostam muito de acompanhar aquilo que partilho. Isso deixa-me enternecida e diz-me que devo continuar a dar vida a este Blog.
 
Nunca fui tão desleixada como tenho sido nos últimos tempos. Uma preguiça desgraçada, o Blog, as arrumações, as limpezas, o cuidar da estética da minha pessoa, a organização, e uma infinidade de coisas. Estes vinte seis estão a ser terríveis. Sinto-me como nunca me senti, um pouco a vaguear, um pouco perdida. Isso entristece-me mas ao mesmo tempo não tenho coragem de lhe fazer frente, ou então não sei como fazer-lhe. Uma mulher cheia de planos que neste momento está-se a dedicar um pouco ao comodismo. 

Tudo isto parece um cenário muito negro e que estou no fundo do poço. Na verdade não, tenho-me sentido feliz e acho que é por isso mesmo que estou a deixar passar esta fase vagarosamente até chegar a hora das grandes mudanças. Nunca me meteram medo as grandes mudanças, mas é certo que lhes ando com um enorme pavor! Talvez porque não queira que estrague as coisas boas. Estou feliz mas preciso de me sentir realizada. E preciso das duas coisas simultaneamente. Vamos devagarinho. 

O plano é começar por algum lado. Não elaborei uma lista, mas creio que é o momento exato. Acho que as duas últimas semanas foram o arranque intenso, o estágio, a preparação, whatever, para dar inicio a uma reviravolta.Tenho de começar por elaborar um horário semanal com tarefas diárias, desde trabalho a lazer. Isto do horário semanal é muito bom, não quer dizer que uma pessoa siga à risca, mas só o facto de estar registado ajuda imenso a que os objetivos sejam cumpridos.

Go!


 

 

domingo, 10 de agosto de 2014

blah blah blah.


   Por vezes sentimo-nos a pessoa mais estúpida de um minuto para o outro. Eu que normalmente adoro sentir-me estúpida, mas não esta estupidez. É estúpido sentirmo-nos bem e perder a conta às vezes que dissemos nas últimas 48 horas que estávamos realmente bem, mesmo com os percalços incontroláveis da vida, e segundos depois apetecer-nos chorar porque alguma coisa fez a diferença. Querer deixar tudo para trás, esquecer tudo e todos e "nascer" de novo, num sitio diferente, num sítio completamente diferente, com uma vida nova. É essa a vontade que me dá quando me dá aquela estupidez, a estupidez número dois, a estupidez que não gosto. Não que esteja tudo mal, não que tenha motivos para não estar bem, mas alguma coisa faz um clic na mente e distorce alguma coisa. Sei que estou menos tolerável às coisas e às pessoas. Há coisas que me ultrapassam. De oito a oitenta, muitas vezes ajo como a Madre Teresa de Calcutá, a boa samaritana ingénua, ou ainda, dou tanto e exijo tão pouco. Era mais fácil conseguir desfazer-me das coisas, desligar, esquecer. Infelizmente sou movida por aquela coisa em forma de triângulo arredondado (engraçado, nunca lhe tinha visto esta forma). Eu nem sou nem gosto de complicar coisas do dia a dia que podem ser tão simples. Já basta ser complexa noutros ramos. Infelizmente podíamos fazer tanto e ficamos à sombra. Infelizmente o dinheiro compra muita coisa e nem tudo o que se podia fazer de diferente acaba por ser feito. Mas há outras tantas coisas e tudo se baseia no impasse, na preguiça, na mordomia. Sabe-me bem ficar no vale dos lençóis, mas ia-me saber melhor ainda desfrutar de uma aventura diferente, de um momento que pode ser único. Fazia um programa diferente para cada dia, mas confesso que sozinha não tem  o mesmo sabor. Eu gosto de partilhar a minha alegria com alguém. E chateia-me as pessoas que preferem resmungar com a rotina que é sempre a mesma, mas ali permanecem mal humoradas sem vontade que seja diferente, mas a queixarem-se. Não generalizando, mas há mesmo pessoas que parecem gostar de viver num estado permanente de infelicidade. Por vezes com a balança a pesar para as coisas boas e com tudo para que possam desfrutar e proporcionar bons momentos e alegrias, mas não, ao invés reclamam, ao invés desqualificam tudo. Sufoca-me o negativismo. Já desisti de alguns casos, mas acredito que consigo contribuir para a mudança de outros. Esta sou eu, a acreditar sempre em alguma coisa. E podia continuar a noite toda com estes pensamentos soltos... O que por norma não o faço na primeira pessoa, ou numa linguagem tão pessoal, sem eufemismos. Mas, hoje houve um mas.